Em homenagem a ele, ao qual me encontro ouvindo o novo CD "Iê, iê, iê" e verei o show mais tarde, publico este texto, originalmente escrito na Folha de SP em 12/06/95. Abaixo uma bobagem escrita por mim (influenciado, claro, pelo meu mestre), achado dentro do livro "40 escritos" do mesmo Arnaldo.
"O amor, sem palavras. Ou. A palavra amor, sem amor. Sendo amor, ou. A palavra ou. Sem substituir nem ser substuída por. Si, a palavra si, sem ser de si gnada ou gnificada por. O amor. Entre si e o que se. Chama amor, como se. Amasse (esse pedaço de papel escrito amor). Somasse o amor ao nome amor, onde ecoa. O mar, onde some o mar onde soa. A palavra amor, sem palavras."
Frações.
Tempo. Anos. Segundos.
Prontos? ponto.
Minuto oco. Hora preenchida.
Tempo gasto, função cumprida.
Anos passados,
segundos..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ínfimos,
preenchidos de alguma forma.
Forma?