domingo, 16 de agosto de 2009

Prefácio do livro de Cortázar, o qual leio atualmente

"Que faz um autor com as pessoas vulgares, absolutamente vulgares? Como colocá-las perante seus leitores e como torná-las interessantes? É impossível deixá-las sempre fora da ficção, pois as pessoas vulgares são, em todos os momentos, a chave e o ponto essencial na corrente de assuntos humanos; se as suprimimos, perdemos toda a probabilidade de verdade."

Dostoiévski, O Idiota, IV, I